a saga dos pompons – parte II

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Então, dá pra ver que eu estou com “pompom fever”, né?

Logo que comecei a procurar inspiração pros quartos que estou decorando, me deparei com um tutorial de pompom feito com malha de camisetas velhas, neste blog.

Fiquei encantada, achei tão lindo que decidi fazer uns 5 desses pra pendurar no quarto da menina.

Como eu não tinha camisetas velhas sem estampa e nas cores do quarto, fui numa lojinha chamada Mundo das Malhas e comprei malha em metro. Faz tempo, então não lembro quanto paguei.

Semana passada resolvi fazer o tal pompom.

Gente, que coisa mais pentelha.

Pra começar, a malha que eu comprei não é nenhum pouquinho elástica, o que com certeza facilitaria muito o processo todo. Mas mesmo assim, vocês sabem como a malha das camisetas americanas é bem mais grossa que a nossa malha, né? Então, isso faz TODA a diferença.

Eu até comecei a fotografar pra fazer um tutorial em português, de tão animada que estava com o projeto. Olha só:

Primeiro você tem que recortar os círculos no papelão. Foi só nessa hora, quando fui converter as medidas do tutorial de polegadas pra centímetros que me toquei que o pompom da mulher lá é pequenininho.

Foi aí que começou a cacaca, quando resolvi tentar fazer maior do que o indicado no tutorial.

Depois precisa recortar a malha em tiras de mais ou menos 2 cm, o que é muito, muito chato de fazer, pq essa malha é muito difícil de cortar em linha reta (para minhas habilidades, pelo menos).

Cortei um monte de malha, achando que seria suficiente. Ha ha ha… tive que cortar mais dois montes e meio de malha ainda, sério, muito tempo cortando malha.

Daí você enrola as tiras de malha nos círculos, mas gente, as pontas soltam e complicam totalmente a sua vida.

Quando finalmente terminei uma camada, já estava de saco cheio. E aí que eu li que precisava de 3 camadas de malha pra fazer o amado pompom.

Bem, depois de mais duas camadas de malha e menos duas toneladas de paciência, começou a próxima etapa, e também meu inferno.

Eu suei tanto, mas tanto pra cortar as bordas entre os dois malditos círculos de papelão, que quase desisti 300 vezes no meio do caminho. Juro que a única coisa que me motivou a continuar foi o tempo que eu tinha perdido cortando a droga das tiras de malha.

O treco foi tão complicado, mas tão complicado de fazer que eu esqueci completamente de fotografar todos os passos seguintes pra poder fazer o passo a passo.

Quando terminei de cortar as bordas, com a mão doída pra caramba de tanto forçar a tesoura, dei um bom corte de cabelo no pompom pra tirar as pontas maiores, e mesmo assim o resultado ficou só razoável.

Pra vocês terem idéia, meu marido disse que parecia um esfregão. Depois ele disse que parecia aqueles tapetes pobrinhos… mereço.

Tão feinho ficou o bichinho que também não tirei foto dele pronto. Ficou jogado aqui na minha mesa, me olhando, coitado.

Assim que terminei de fazer, desisti de fazer os outros 4. Até porque não tinha o efeito que eu queria pro quarto, e porque eu não teria paciência de jeito nenhum pra fazer nem mais meio pompom.

Daí uns três dias depois, eu olhei aquele pompom, pensei em todo o trabalho que ele tinha me dado e resolvi fazer uma tosa de verão nele. Passei a tesoura sem dó. Diminuí uns 4 números no manequim dele, e no fim das contas ele ficou bem simpático e eu fiquei bem feliz por não ter sido tudo em vão.

Mas é filho único, de mãe com ligadura não reversível.

Olha só como ele ficou depois do corte:

Não é lindo e fofo igual ao da mulher que criou o tutorial, mas ficou bem bacaninha, né não?

Quer ver onde ele foi parar?

Então aguarde. Em breve num blog perto de você.

:)

a saga dos pompons – parte I

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Quando eu era criança costumava passar boa parte das minhas tardes na casa de uma grande amiga.

E é incrível pensar como a gente sempre tinha algo diferente pra fazer. Ser criança é tão bom, né?

Lembro que numa tarde a mãe dela resolveu nos ensinar a fazer pompons de lã, e aquilo nos entreteu por horas e horas.

E aí, enquanto eu pensava nos elementos para o quarto que estou decorando, lembrei dos pompons e resolvi que eles fariam parte da decoração do ambiente também.

Um dia fui no armarinho e achei uns fios bem legais. Comprei alguns nas cores do quarto e trouxe pra casa pra fazer os testes.

Como queria fazer pompons bem lindos, decidi procurar uns tutoriais no YouTube, e achei vários. A maioria deles ensinava a cortar dois círculos no papelão pra servir de guia pra enrolar os fios, então foi o que eu fiz.

Primeiro, tentei fazer um pompom com o fio que eu mais gostei:

Segui os tutoriais e o resultado final foi:

Um ninho de rato, como diria minha mãe. #fail

Tentei com outro tipo de fio, menos fiapento:

E o resultado foi:

Um pomponzinho bem chinfrim. #fail também

Dos fios que eu tinha comprado, só me restava a boa e velha lã.

Então joguei fora os círculos de papelão e as super dicas dos super tutoriais que eu tinha visto e resolvi fazer pompons do mesmo jeito que aprendi naquela tarde, na casa da minha amiga.

Peguei a lã e enrolei ao redor dos quatro dedos da mão, fazendo várias camadas, até ficar bem gordinho:

Depois tirei o bolinho da mão e amarrei com um barbante, bem no meio e bem apertado, e cortei todas as extremidades:

Por fim, dei uma chacoalhada no bichinho, pra distribuir os fios, e daí aparei as pontas que ficaram maiores, pra ele ficar bem redondinho (essa parte faz uma bagunça bem grande, e um pozinho terrível pra quem tem alergia, viu?).

E não é que eles ficaram lindos? :)

E veja só, o material que precisa pra fazer esse pompom é tão simples: só lã, tesoura e barbante (ou se preferir, pode amarrar com um pedaço da própria lã mesmo).

Eu fiz vários, acho que foram mais de 20, e usei num projeto bem legal pro quarto, que venho postar logo, logo.

Mas antes volto pra mostrar outro tipo de pompom que andei tentando fazer por aqui.

Témaisver.

:)

chapéu de aniversário

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Criei chapeuzinhos para uma festa de aniversário que estou fazendo.

Comprei chapeuzinhos lisos e adesivei com o tema da festa, só no chapéu da aniversariante é que escrevi o nome dela e resolvi dar uma enfeitada. E ficou tão fofo que eu tive que me segurar muito pra não fazer a mesma coisa nos outros chapeuzinhos.

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O makeover do chapeuzinho é super simples: trocar o elástico por fita, fazer a franja de papel crepom e fazer o pompom de papel crepom também.

Não tirei fotos do passo a passo pra colocar aqui, mas usei este tutorial, super simples e bem fácil de entender, mesmo que você não leia inglês. É só seguir as fotos da parte que diz: Embellishment Instructions que não tem erro.

Ficou super lindo e eu só queria mesmo ter tempo de fazer pra toda criançada, mas isso vai ficar pra outra festa.

Mas se você tem tempo, que tal a idéia? É bem tranquilo de fazer e baratinho também!

:)

prato de bolo

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Quase todas as festas de aniversário que me inspiram tem alguns elementos em comum: pom-pons, bandeirinhas e pratos altos pra servir cupcakes, docinhos ou o bolo.

Os pom-pons e as bandeirinhas são bem simples de fazer, mas o prato de bolo mais altinho não encontrei com tanta facilidade assim.

Acho super charmoso quando as comidinhas são dispostas em alturas diferentes.

Eu encontrei alguns de cristal, que eram muito caros, e alguns de cerâmica, que também achei caros e não muito bonitos. Procurei de acrílico, que costumam ser bem baratinhos, mas eu procurei em várias lojas e sempre a resposta era a mesma: “acabou de acabar” ou “até ontem a gente tinha”.

Um dia, lembrei que tinha visto em um blog uma idéia simples pra fazer um prato alto de servir bolo sem gastar muito. O problema é que eu navego por muitos e muitos blogs e por algum motivo não salvei aquele post nos meus favoritos, e claro que na hora em que precisei, não encontrei.

Eu lembrava mais ou menos da idéia, então decidi tentar.

Na lojinha de 1,99 comprei dois pratos e duas taças de plástico daqueles bem baratinhos e vagabonds. Colei uma taça embaixo de cada prato com cola quente (tentei com Super Bonder, daquelas tipo gel, mas não grudou), cuidando pra centralizar bem direitinho e pressionei por alguns segundos até a cola endurecer.

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Depois que colei vi que teria ficado melhor com a taça de ponta-cabeça…

Depois de seco, foi só pintar com tinta spray, daquelas para madeiras e metais. É legal usar um marca melhorzinha, pois o resultado costuma ser melhor também. Eu tinha uma latinha da Suvinil em casa, e foi ela mesma que usei.

Lembre de pintar em um lugar arejado, mas sem vento, usar um lençol velho para proteger o chão e roupas velhas também.

O segredo é sempre usar tinta fosca. Claro que isso é muito pessoal, mas eu não gosto de nada com brilho.

Isso vale pra móveis, pisos, paredes, portas, janelas, lustres, madeiras e afins. Quase todas as tintas e vernizes existem em versões foscas e na minha opinião todas as coisas ficam com aparência mais sofisticada quando não tem brilho. Mas é claro, se você é uma pessoa resplandecente, se joga no brilhante, ok?

Pinte bem, deixe secar, depois vire de ponta cabeça e finalize os lugares que não ficaram bem acabados.

Só que, veja bem. Esse prato é só pra quebrar um galho, provavelmente pra usar uma ou duas vezes. Porque eu acho que não vai rolar lavar sem danificar a pintura e também porque, olhando de perto ela ficou cheia de defeitos.

Além dos rachados, a cobertura do desenho original do prato não é perfeita.

O bom é que nos dois modelinhos que fiz, um dos lados ficou bem bom, então é só posicionar o prato com os defeitos virados pra trás.

Agora eu recomendo que você use as taças de ponta cabeça porque além de ficar mais bonito fica mais estável também, tá?

Fazendo e aprendendo.

Enfim, taí uma solução se você também busca um prato de servir bolo com pedestal, pra causar um impacto bacaninha na mesa de comidinhas da sua festa. Eu gastei R$ 9,00 nos pratos e taças, e já tinha a tinta e a cola em casa, então foi uma solução super barata.

Para dar um toque ainda mais legal, você pode colocar um círculo de um papel bem lindo embaixo do seu bolo ou dos seus cupcakes.

Eu realmente não consegui mais encontrar o blog onde achei essa idéia. Lá tinha um passo a passo bem feitinho, explicando tudo, quais os melhores pratos, taças, que tipo de cola e tinta usar, como posicionar a taça pra ficar mais bonito (queria muito ver isso de novo) e várias outras dicas. Caso você encontre, me avise que eu gostaria muito de colocar o link aqui, ok?

E vamos festejar!

:)

guirlandinha de origami

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Resolvi fazer uma guirlandinha de origami para um quarto que estou decorando, que me pareceu fácil e simples de fazer.

Mas veja bem, só pareceu.

Não que ela seja difícil, mas para o meu nível de habilidade foi complicado, viu?

Então, se você também quiser tentar, aí vai um tutorial, explicando bem direitinho o passo a passo:

1) Corte retângulos de papel de scrapbook no tamanho 9 x 15 cm. Você pode fazer a guirlanda com 8, 10, 12 ou até 14 retângulos de papel.

2) Escolha dois desenhos de papel bem contrastantes. Metade dos retângulos será de um desenho e a outra metade de outro (estes desenhos que escolhi são frente e verso do mesmo papel).

3) Pegue um pedaço de papel e dobre ao meio, pelo comprimento.

4) Depois dobre ao meio novamente, na largura.

5) Desfaça a última dobra.

6) Use a marca da dobra desfeita para dobrar metade do papel em diagonal para baixo (a abertura fica virada para baixo).

7) Faça a mesma coisa com a outra metade, tomando cuidado para que as duas pontas do papel fiquem do mesmo comprimento.

8) Vire o papel.

9) Dobre a ponta de fora de um dos lados, para dentro.

10) E faça a mesma coisa com a outra ponta.

11) Dobre toda esta parte de baixo para cima, formando um triângulo.

12) E dobre este triângulo ao meio, com as pontas para dentro, formando um triângulo menor.

Você então vai estar com uma das partes da sua guirlandinha pronta. Ela fica um triângulo perfeito, com um lado com duas pontas e o outro lado com um “envelopinho”.

Antes de continuar, vou fazer uma pausa pra explicar que, o papel que eu escolhi é péssimo pra fazer origami. Ele marca muito a cada dobra e fica com as pontinhas despedaçadas, o que aparece especialmente na cor escura.

Para resolver este problema, eu resolvi usar uma carimbeira de cor marrom, em todos os cantos. Eu achei que ficou até mais legal, no fim das contas, com o efeito da carimbeira (você encontra várias cores em qualquer loja de materiais para scrapbook).

Enfim, se você quiser fazer usando a carimbeira também, antes de começar a dobrar, esfregue a carimbeira em todas as extremidades do seu retângulo de papel, nos dois lados.

No lado que será o verso do papel você “pinta” uma área maior nas duas extremidades menores (veja na segunda das fotos abaixo).

Depois a regra é: cada dobra feita deve ser esfregada com a carimbeira.

Conseguem perceber a sombrinha marrom em todos os cantos? É o efeito carimbeira.

Bem, até aí é bem fácil, toma um tempinho pra fazer todas as partes, mas é super simples e a gente pega o jeito rapidinho.

O problema é transformar tudo isso numa guirlanda perfeitamente redonda.

Então vamos continuar, falando agora da parte complicada.

13) Pegue uma das partes e pressione levemente, para abrir o envelopinho.

14) Pegue outra parte (lembre de intercalar os desenhos) e insira o lado de duas pontas, dentro do envelopinho.

15) Faça isso com todas as partes, já procurando formar algo parecido com um círculo e cuidando pra que todas fiquem com as pontas sempre na mesma direção.

16) Quando você terminar de encaixar todas as partes (eu fiz com 14), você terá algo mais ou menos assim. Provavelmente vai estar meio torto, como na foto.

Eu tentei de todas as formas possíveis e imagináveis deixar o centro disso mais parecido com um círculo, mas é claro que quando você puxa daqui, solta de lá, né?

17) O jeito que eu encontrei foi usar uma forma circular para ajudar a definir o centro e ao mesmo tempo deixar mais ou menos todas as partes com a mesma distância entre elas.

É difícil encontrar algo que tenha o tamanho exato. Aqui foi um pote onde eu tinha acabado de comer doce de leite (gorda).

Também é importante que, quando você for ajustar uma parte, segure a parte imediatamente anterior com a outra mão, senão tudo se mexe e você tem que começar tudo de novo.

Bem, eu demorei em torno de uma hora pra fazer as partes todas e acho que pelo menos duas horas tentando ajeita-las no formato da guirlanda. Tem que ter paciência, ok?

Aí veio outro desafio: como colar? Porque no tutorial que eu usei não deixa muito claro como colar as partes sem destruir o que você levou horas pra arrumar.

Mas eu achei um jeitinho:

18) Com um lápis, marque exatamente o local onde uma parte se encaixa na outra. Mas marque todas as partes antes de começar a colar, ok?

19) Pingue uma gotinha de cola branca dentro dessa marca, encaixe novamente (apertando daquele jeito pra abrir o envelopinho um pouco) e segure pressionando um pouquinho pra cola secar.

Se sair o excesso de cola, é só limpar com um lencinho.

Tem que repetir isso com todas as partes, obviamente, e depois deixar tudo quietinho um tempo, pra secar.

Não se preocupe com o risco de lápis ou o excesso de cola, porque depois que a guirlanda estiver pronta eles não aparecem mais, e ainda você pode usá-la do outro lado, que não vai ter nada disso.

O resultado final aqui ficou assim:

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Bem bacaninha, né?

Agora uma dica: quando for escolher o papel, prefira um não tão grosso (o meu era difícil de dobrar) e de preferência que tenha algum tipo de laminação, pois assim você não vai ficar com os defeitinhos e precisar usar a carimbeira pra disfarçar os rasguinhos nos cantos.

Quanto mais contraste entre os dois tipos de papel que você escolher, mais lindo vai ficar (mas claro que eles tem que se complementar, né gente?).

Ah, e ela fica pequena, viu? A minha ficou com 18 cm de diâmetro.

Pra quem quiser ver o tutorial que eu usei, o link é este aqui. Na verdade a guirlandinha original é um ornamento natalino, pra pendurar no pinheirinho, mas use a imaginação e coloque naquele cantinho que está precisando de uma cor, que tal?

Me avise se você se aventurar, e venha me contar se pra você também foi tão difícil quanto foi pra mim essa parte de encaixar as partes juntas, tá bom?

Té mais.

:)