a história da páscoa

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Recebi um e-mail querido, de uma moça chamada Juliana.

Ela me escreveu sobre um vídeo que fez com um grupo de amigos, chamado Voa Flor,  narrado e encenado por crianças, contando a história da Páscoa.

Fiquei curiosa, fui assistir e me emocionei.

Na minha casa, a Páscoa sempre foi tão comemorada quanto o Natal, e, assim como a história do nascimento, a ressurreição de Jesus, seu amor infinito por todas as pessoas e a nossa salvação foram histórias que fizeram parte da nossa infância e da nossa vida também.

Ano passado nessa mesma época eu fui tentar contar a história da Páscoa para minha filha, mas me atrapalhei toda, com muito medo de falar sobre os homens maus que aprisionaram, machucaram e mataram Jesus, e de todo o sofrimento que ele viveu por nós.  Acabei contando a história meio que pela metade, omitindo algumas coisas por não saber como falar.

Este ano, que ela tem mais compreensão, eu estava justamente pensando em como contaria a história, e aí me deparo com este vídeo simples, bonito, que vai direto ao ponto e que mostra que o amor de Deus é tão maravilhoso que mesmo com todo o sofrimento, todos ficaram muito felizes no final.

Então, eu vou mostrar pros meus filhos, e como a Juliana me pediu, vou espalhar esta semente aqui no blog, pra que outras mães e pais possam compartilhar a história do Filho de Deus com seus filhos também.

Afinal, uma história real tão linda e tão cheia de amor merece ser lembrada sempre, fazer parte das nossas vidas e das nossas famílias e ter um lugar especial em meio a todas as outras histórias bonitas que nós contamos aos nossos filhos.

A grande lição de Jesus é amor, e não há maior ou melhor lição para ensinarmos aos nossos pequenos.

Obrigada Juliana!

:)

home is wherever i’m with you

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Pra ficar bem feliz, aumente o volume!

Lindo final de semana!

:)

do jardim

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“Eu farei lindo tudo ao meu redor. Isto será a minha vida.”

Elsie de Wolfe


Um lindo final de semana pra você!

:)

só um pouquinho feliz

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Pra mim, ser feliz é uma escolha.

Ser feliz com o que a gente tem, ao invés de viver a angústia de querer sempre mais.

Não que eu não queira mais, veja bem, mas não condiciono minha felicidade a isso.

E isso independe de ser privilegiado ou não. A felicidade pura e bonita está nas coisas mais simples, sempre.

Nos momentos, nos sorrisos, nas brincadeiras de uma criança, nas gentilezas, no carinho de uma pessoa querida, no sol entrando pela janela, no cheiro da chuva de verão molhando a terra, numa tacinha de vinho ou num copo de cerveja bem gelada, debaixo das cobertas ou na mesa do boteco, dando risada.

E esses dias recebi de uma amiga esse texto muito legal, com o qual concordo de cabo a rabo, e resolvi dividir com vocês.

Minimamente Feliz
A felicidade é a soma das pequenas felicidades. Li essa frase num outdoor em Paris e soube, naquele momento, que meu conceito de felicidade tinha acabado de mudar. Eu já suspeitava que a felicidade com letras maiúsculas não existia, mas dava a ela o benefício da dúvida.Afinal, desde que nos entendemos por gente aprendemos a sonhar com essa felicidade no superlativo. Mas ali, vendo aquele outdoor estrategicamente colocado no meio do meu caminho (que de certa forma coincidia com o meio da minha trajetória de vida), tive certeza de que a felicidade, ao contrário do que nos ensinaram os contos de fadas e os filmes de Hollywood, não é um estado mágico e duradouro.

Na vida real, o que existe é uma felicidade homeopática, distribuída em conta-gotas. Um pôr-de-sol aqui, um beijo ali, uma xícara de café recém-coado, um livro que a gente não consegue fechar, um homem que nos faz sonhar, uma amiga que nos faz rir. São situações e momentos que vamos empilhando com o cuidado e a delicadeza que merecem alegrias de pequeno e médio porte e até grandes (ainda que fugazes) alegrias.

‘Eu contabilizo tudo de bom que me aparece’, sou adepta da felicidade homeopática. ‘Se o zíper daquele vestido que eu adoro volta a fechar (ufa!) ou se pego um congestionamento muito menor do que eu esperava, tenho consciência de que são momentos de felicidade e vivo cada segundo.
Alguns crescem esperando a felicidade com letrasmaiúsculas e na primeira pessoa do plural: ‘Eu me imaginava sempre com um homem lindo do lado, dizendo que me amava e me levando pra lugares mágicos’.

Agora, se descobre que dá pra ser feliz no singular:
‘Quando estou na estrada dirigindo e ouvindo as músicas que eu amo, é um momento de pura felicidade. Olho a paisagem, canto, sinto um bem-estar indescritível’.

Uma empresária que conheci recentemente me contou que estava falando e rindo sozinha quando o marido chegou em casa. Assustado, ele perguntou com quem ela estava conversando: ‘Comigo mesma’, respondeu. ‘Adoro conversar com pessoas inteligentes’.

Criada para viver grandes momentos, grandes amores e aquela felicidade dos filmes, a empresária trocou os roteiros fantasiosos por prazeres mais simples e aprendeu duas lições básicas: que podemos viver momentos ótimos mesmo não estando acompanhadas e que não tem sentido esperar até que um fato mágico nos faça felizes.

Esperar para ser feliz, aliás, é um esporte que abandonei há tempos. E faz parte da minha ‘dieta de felicidade’ o uso moderadíssimo da palavra ‘quando’.

Aquela história de ‘quando eu ganhar na Mega Sena’, ‘quando eu me casar’, ‘quando tiver filhos’, ‘quando meus filhos crescerem’, ‘quando eu tiver um empregofabuloso’ ou ‘quando encontrar um homem que me mereça’, tudo isso serve apenas para nos distrair e nos fazer esquecer a felicidade de hoje. Esperar o príncipe encantado, por exemplo, tem coisa mais sem sentido? Mesmo porque quase sempre os súditos são mais interessantes do que os príncipes; ou você acha que a Camilla Parker-Bowles está mais bem servida do que a Victoria Beckham?

Como tantos já disseram tantas vezes, aproveitem o momento, amigos. E quem for ruim de contas recorra à calculadora para ir somando as pequenas felicidades..

Podem até dizer que nos falta ambição, que essa soma de pequenas alegrias é uma operação matemática muito modesta para os nossos tempos. Que digam.
Melhor ser minimamente feliz várias vezes por dia do que viver eternamente em compasso de espera.

Leila Ferreira, jornalista

Desejo que você seja sempre, sempre, um pouquinho feliz, viu?

:)

Imagem daqui.

magnólias pra compensar a minha ausência

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Enquanto eu não volto com mais decoração e craftices, vou deixar magnólias pra compensar minha ausência, pra iluminar o seu dia e talvez até te inspirar um pouquinho. Porque essas flores de inverno são tão bonitas que enchem o coração de alegria, não é?

Eu gosto tanto que até roubei uma pra mim.

E logo eu volto, assim que conseguir um tempinho.

:)