cenas natalinas

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Por aqui tivemos um Natal bem lindo com muita alegria.

A última leva de guirlandinhas do ano foi entregue a algumas pessoas queridas. O plano inicial era fazer 18, mas faltou tempo e fiz só 5, então 13 pessoas queridas ficaram sem guirlandas dessa vez. Quem sabe no ano que vem, né?

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Reunimos uma criançada pra fazer e decorar biscoitos de Natal. E nós nos divertimos um montão!

E eu consegui fazer os pacotes dos presentes com papel kraft, e eles ficaram bem lindos, mas olha é dez vezes mais complicado que papel de presente normal, porque é duro e  o durex não cola direito, então eu vou pensar dez vezes antes de fazer de novo.

E como foi o seu Natal?

:)

simples assim

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Eu tenho me apaixonado cada vez mais pelas coisas simples e tenho tentado olhar pra vida de forma mais simples também, descomplicar as coisas.

E preciso dizer que encontrei uma beleza que eu não conhecia antes, nesse processo.

Foi quase como parar e olhar de novo pras coisas, e perceber pequenos detalhes que sempre estiveram lá, mas que antes eu não notava.

É como se agora, o amor, o carinho, o cuidado que existe por trás de cada coisa que eu vejo, ficasse mais claro pra mim.

E junto com esse novo olhar, veio também uma sensação de leveza e de felicidade.

Não sei explicar direito, só sei que o simples agora me encanta de um jeito diferente e muito, muito bom.

Como esses dias, em que eu fui comprar flores pra casa, e na hora de coloca-las nos seus vasos, um dos galhinhos de lisianto estava quebrado bem pertinho das flores.

E eu resolvi coloca-las num jarrinho baixinho, onde elas ainda iriam caber, e aproveitei as folhas que tinha tirado das astromélias e coloquei junto também.

E o resultado, tão simples, me deixou tão, tão feliz…

E assim várias coisas tem sido diferentes, como nos dias em que parece que há coisas demais pra fazer, ou que alguma tarefa parece muito difícil. E então eu paro de ficar pensando sobre a dificuldade e simplesmente faço o que precisa ser feito.

Não que deixe de ser complicado, mas o fato de não ficar pensando sobre a complicação, de não me preocupar antes da hora, torna tudo menos difícil, mais leve e mais possível.

E o mais bonito é que essas coisas boas todas vão se alimentando e crescendo, num efeito bola-de-neve-do-bem.

Às vezes ouço passar o vento; e só de ouvir o vento passar, vale a pena ter nascido.

Fernando Pessoa.

E você, também sente isso, também se encanta com a simplicidade das coisas? Procura olhar pra vida de um jeito mais simples?

Eu recomendo! :)

o dia dele

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Algumas coisas que fizemos para presentear o super papai nesse dia dos pais:

Um cartazinho, com os pezinhos dos filhotes carimbados, lado a lado formando um coração.

Imprimi uma moldura numa folha de papel, e dei pra eles fazerem um “quadro” pro papai. Nem preciso dizer que adoraram a bagunça.

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Também encomendei um pôster personalizado do Estúdio Cereja, que eu achei que ficou lindo demais!

E o presente mesmo foram shortbreads, que é um tipo de bolachinha irlandesa que ele adora.

Na caixa mais baixinha ficaram os projetinhos das crianças, o pôster e as fotos e na outra todas as guloseimas.

Ele gostou muito e ficou bem feliz.

Pra completar ainda editei um vídeo, com várias fotos desde que ele se tornou papai e com vídeos que fiz das crianças uns dias antes. Ficou lindo demais e mesmo sendo eu que fiz até chorei na hora em que assistimos todos juntos, na cama, de pijama.

Foi um dia muito feliz.

:)

só um pouquinho feliz

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Pra mim, ser feliz é uma escolha.

Ser feliz com o que a gente tem, ao invés de viver a angústia de querer sempre mais.

Não que eu não queira mais, veja bem, mas não condiciono minha felicidade a isso.

E isso independe de ser privilegiado ou não. A felicidade pura e bonita está nas coisas mais simples, sempre.

Nos momentos, nos sorrisos, nas brincadeiras de uma criança, nas gentilezas, no carinho de uma pessoa querida, no sol entrando pela janela, no cheiro da chuva de verão molhando a terra, numa tacinha de vinho ou num copo de cerveja bem gelada, debaixo das cobertas ou na mesa do boteco, dando risada.

E esses dias recebi de uma amiga esse texto muito legal, com o qual concordo de cabo a rabo, e resolvi dividir com vocês.

Minimamente Feliz
A felicidade é a soma das pequenas felicidades. Li essa frase num outdoor em Paris e soube, naquele momento, que meu conceito de felicidade tinha acabado de mudar. Eu já suspeitava que a felicidade com letras maiúsculas não existia, mas dava a ela o benefício da dúvida.Afinal, desde que nos entendemos por gente aprendemos a sonhar com essa felicidade no superlativo. Mas ali, vendo aquele outdoor estrategicamente colocado no meio do meu caminho (que de certa forma coincidia com o meio da minha trajetória de vida), tive certeza de que a felicidade, ao contrário do que nos ensinaram os contos de fadas e os filmes de Hollywood, não é um estado mágico e duradouro.

Na vida real, o que existe é uma felicidade homeopática, distribuída em conta-gotas. Um pôr-de-sol aqui, um beijo ali, uma xícara de café recém-coado, um livro que a gente não consegue fechar, um homem que nos faz sonhar, uma amiga que nos faz rir. São situações e momentos que vamos empilhando com o cuidado e a delicadeza que merecem alegrias de pequeno e médio porte e até grandes (ainda que fugazes) alegrias.

‘Eu contabilizo tudo de bom que me aparece’, sou adepta da felicidade homeopática. ‘Se o zíper daquele vestido que eu adoro volta a fechar (ufa!) ou se pego um congestionamento muito menor do que eu esperava, tenho consciência de que são momentos de felicidade e vivo cada segundo.
Alguns crescem esperando a felicidade com letrasmaiúsculas e na primeira pessoa do plural: ‘Eu me imaginava sempre com um homem lindo do lado, dizendo que me amava e me levando pra lugares mágicos’.

Agora, se descobre que dá pra ser feliz no singular:
‘Quando estou na estrada dirigindo e ouvindo as músicas que eu amo, é um momento de pura felicidade. Olho a paisagem, canto, sinto um bem-estar indescritível’.

Uma empresária que conheci recentemente me contou que estava falando e rindo sozinha quando o marido chegou em casa. Assustado, ele perguntou com quem ela estava conversando: ‘Comigo mesma’, respondeu. ‘Adoro conversar com pessoas inteligentes’.

Criada para viver grandes momentos, grandes amores e aquela felicidade dos filmes, a empresária trocou os roteiros fantasiosos por prazeres mais simples e aprendeu duas lições básicas: que podemos viver momentos ótimos mesmo não estando acompanhadas e que não tem sentido esperar até que um fato mágico nos faça felizes.

Esperar para ser feliz, aliás, é um esporte que abandonei há tempos. E faz parte da minha ‘dieta de felicidade’ o uso moderadíssimo da palavra ‘quando’.

Aquela história de ‘quando eu ganhar na Mega Sena’, ‘quando eu me casar’, ‘quando tiver filhos’, ‘quando meus filhos crescerem’, ‘quando eu tiver um empregofabuloso’ ou ‘quando encontrar um homem que me mereça’, tudo isso serve apenas para nos distrair e nos fazer esquecer a felicidade de hoje. Esperar o príncipe encantado, por exemplo, tem coisa mais sem sentido? Mesmo porque quase sempre os súditos são mais interessantes do que os príncipes; ou você acha que a Camilla Parker-Bowles está mais bem servida do que a Victoria Beckham?

Como tantos já disseram tantas vezes, aproveitem o momento, amigos. E quem for ruim de contas recorra à calculadora para ir somando as pequenas felicidades..

Podem até dizer que nos falta ambição, que essa soma de pequenas alegrias é uma operação matemática muito modesta para os nossos tempos. Que digam.
Melhor ser minimamente feliz várias vezes por dia do que viver eternamente em compasso de espera.

Leila Ferreira, jornalista

Desejo que você seja sempre, sempre, um pouquinho feliz, viu?

:)

Imagem daqui.